sábado, 27 de novembro de 2010

Tara - Solvendo as falas (Carlinhos Brown)

Tara
De te encontrar na sala
De rir da tua farra
Ser preza em tuas garras
Amar é tão íntimo
Quero sempre contar com você
Rara
Entre todas as caras
Para adoçar a bala
Estou solvendo as falas
Presas num templo tímido
Tudo que sei fala de amor
Me olhou, me beijou, me molhou, viciou
E se quis tocou em mim
De mim tirou, de mim levou
E disse que amava assim
Como eu amo e quero esse amor
Pra sempre esse amor
Como eu amo e quero esse amor
Pra sempre esse amor
Só o teu amor, só o teu amor

Mãos Dengas "Carlinhos Brown"

Jorro cachoeira e sangro
Vem livrai-me desse tombo
Tudo o que é meu é seu
Tudo o que é de deus é bom

Parece cantareira
Que vem do além de lá
O vento e a areia
Somam o mar
Sonham o mar
Parece e não parece
Que estou pensando em ti
Perfumes em mãos denhas
Sem aqui
Bem de si

Eu canto tuu, tudo, tudo, tuu
Eu canto tuu, tudo, tudo, tuu

(Texto incidental "Suor Caseiro":)
Qual letras que se veem a bordo da borboleta
Fui à luz e vi a tempo a tempestuosa escuridão
Acostumei-me ao comportamento natural das coisas
E então pedi ao amor uma companhia que mudasse o meu percurso
Entre a fresta do invisível e a ausência do merecido
Vi o que queria ver
Guardei uma gota para lavar-me o suor caseiro
E me fazer sonhar na viagem, pleno de ti
Não sei de onde vens, mas chegaste
Qual tetas que se leem lentas
Qual borboletas que estalam letras
Tangos
Mambos
Boleros

É deus a natureza
Cupido do amor
Quem deixa a lua acesa
Faz o sol ser calor

É muito o que te amo
Boleros mais terás
Enquanto escorrer das estrelas
Sobre a cidade
Pingos de mar

Jogo capoeira e jongo
Vem levar-me nesse tango
Mundo que é meu é seu
Tudo o que é de deus é dom

Jogo capoeira e jongo
Vem levar-me nesse tango
Mundo que é meu é seu
Tudo o que é de deus é bom 

Para Bere Ramos, Márcio Guimarães e Paulo Tsai (chinês)

Veleiros Negros
Carlinhos Brown

Bará Ayrà Bambara Ô
Mariô Bambara Ô
Mariô Bambara Ô
Arerê
Morena pipoca
É meu xequerê
Festejas agora
Luar mucungê
Da pedra da Gávea
Voou sem saber
Que aquecia o “A” falado
E o mais sagrado
Que apartava o mar parado
Dos mal encarados
Guerreiros gregos
Vem ver veleiros negros
Na hora que pousas
No mel coração
Retoca o que tocas
Fração por fração
Morena pipoca
Malandro é o sabor
Aguardando não esperando
Muito amando
Esperanto não latinanto
Português banto
Vem ver veleiros negros
(Veeeem)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Volta "Teu sorriso é uma navalha, que abre o meu coração"

Por amor eu retomei o blog,
Por desamor eu o encerrei,
Pelo amor eu recomeço novamente,
Graças a poesia musical de João!
Eis-me aqui novamente a postar as belezas do amor de João.
Uma vez que a minha musa, assim como a dele é a própria perfeição!

Pintura

Céu azul, azul, azul
Cor-de-rosa
Pôr do sol
Véu da aurora boreal
Mar de estrelas lá no céu
Luz de fogos na amplidão
Lua prata qual CD
Preto eclipse do esplendor
Arco-íris multicor
Tudo, tudo isso não chega perto de você
De seus olhos
Seu olhar
Suas pernas
Seu andar
Sua cara
Coração
Sua boca e um não sei que
De sua pele, sua cor
Do seu corpo
Meu amor
Verdes pampas lá do sul
Costa branca igual lençol
Na vazante, o Pantanal
Barcelona, Parque Güell
Monte Fuji no Japão
Garopaba em SC
Amazônia em selva e flor
Mar azul de Salvador
Tudo, tudo isso não chega perto de você
Nem da graça
Nem da cor
Do seu corpo
Meu amor

Perfeição

Copacabana
Fim de semana
Nu de Modigliani
Clara beleza
Teto de igreja
Filme de Fellini
Som de Donato
Mar do Caribe
Um azul sem fim
Velhos retratos
Pra recordar
Sonhos são assim

Minha menina felina, meu mel, arranhão
Minha menina menino, meu sol, meu irmão

Sonhos são sonhos
Mas na verdade
Te amar é perfeição:
Pois eu te amo
O bom e o mau, o sim e o não

sábado, 13 de novembro de 2010